Mudar. Tudo absolutamente. Não devemos confiar naqueles que causaram os danos para mudar. No país e no futebol. Mudam-se os tempos e as vontades com eleições. No Sporting CP é preciso mudar. Com pessoas diferentes, não iguais ou idênticas. Mudar muitas pessoas e não só o presidente. E isso parece impossível. Porque não querem perder os pequenos poderes.
Os países e os clubes sem energia, por mais poderosos que tenham sido no passado estão condenados ao desaparecimento. O rio não é, apenas um aglomerado de gotas. É movimento e energia. Os países e os clubes que aceitam enfraquecer-se atraem sobre si a desgraça.
Os povos (de um país) e os adeptos (de um clube) devem mudar de atitudes, deixar de ser resignados e opinativos, mas elementos de intervenção solidária uns com os outros, de forma que, como num jogo de xadrez, a deslocação de um peão, não muda apenas a posição desse peão, mas representa o ordenamento de todo o sistema.
Milhões de pessoas, que valem afinal, se não são um povo?

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