Morreu Artur Agostinho, o maior jornalista desportivo português de todos os tempos. Um homem bom, de grande coragem e um grande profissional. Tiraram-lhe tudo depois da revolução do 25 de abril. Inclusivé, o jornal Record, de que era director e accionista. Aos 54 anos foi obrigado a exilar-se no Brasil. Muitos dos que falam hoje, traíram-no. A todos perdoou. Lá nos encontraremos, Mestre!
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