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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Vermelho no verde

"Quase que sofro pelo Benfica..." (Dias Ferreira)
"Temos modalidades à Benfica" (Frederico Varandas)
"Que Benfica e FC Porto venham por bem" (João Benedito)
"Vou restabelecer relações com todos os clubes" (Ricciardi)
Etc...
Candidatos são mais que muitos. É gente a quem não se reconhece qualquer talento, êxito, não são nada, procuram um bom salário e perturbam para chamar a atenção. A ignorância opinativa muito comum acentua-se agora de forma brutal, desconhecendo que a ciência e o saber não são democráticos.
É gente que quer merecer o prémio antes de o ter ganho. Falam de tudo e do seu contrário. Como alguém dizia é impossível explicar a mediocridade a medíocres e são económicos com a verdade.
Já cá estou desde Azevedo, Carlos Gomes, Carvalho e Damas, os grandes guardiões do Sporting CP.
Afinal, toda a gente acaba um dia por dizer adeus.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Português suave

Foi tudo muito claro, garantiu Lino de Castro. Claro, digo eu, então ele deveria dizer o contrário?
Cedo se percebeu que a discussão da vitória seria entre a lista de Godinho Lopes e de Bruno de Carvalho, disse o presidente cessante da AG do Sporting.

Então as eleições foram por voto secreto ou não? Ou tem bola de cristal?

http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=254823

http://golpenosporting.blogspot.com/

O poder do Sporting e a situação do país

O Presidente da Assembleia da República (PAR) estava a sair da reunião com o PR onde estiveram a falar sobre a data das próximas eleições no país.
Ao mesmo tempo, o cessante presidente da AG do Sporting (Lino de Castro) estava em conferência de imprensa em directo para a SICN e TVI24 a tentar explicar que não houve irregularidades no turbulento processo de eleições do clube no passado sábado.
De repente, passaram para S. Bento para se ouvirem as palavras finais do PAR à saída da citada reunião. Uns segundos apenas. Voltaram ao directo para Alvalade, para transmitirem o resto da conferência de imprensa. Suponho que não são precisos mais comentários.

Quanto à conferência de imprensa, em vez de esclarecer, contribuiu e muito em criar ainda mais dúvidas sobre a opacidade do acto eleitoral no Sporting. Um processo cheio de irregularidades em que o PAG chegou a afirmar, por exemplo, que em nenhum momento os escrutinadores e os representantes falaram ao telemóvel. Desde as 20h de sábado (hora de fecho das urnas) até às 6 da manhã de domingo, para contarem pouco mais de 14 mil votos. Dez horas, portanto. Ninguém saiu para fumar, ninguém comeu e ninguém foi à casa de banho. Uns heróis.

Temos portanto 1 ou 2 processos de impugnação em marcha. Temos a tomada de posse do novo presidente da AG e temos muito mais coisas, para grande contentamento dos jornais. O espectáculo continua. A ambição do pequeno poder conduz sempre a situações muito animadas.