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domingo, 27 de novembro de 2016
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domingo, 28 de outubro de 2012
terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 12 de julho de 2010
O futebol, a realeza e o povo

É uma foto muito rara porque muito dificilmente voltará a contecer. A rainha da Espanha e os príncipes foram ao balneário conviver e celebrar com os jogadores a conquista do título mundial. Estes acontecimentos fazem calar uma certa imprensa desportiva que despreza as regras morais.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
O melhor jogador do Mundial

E os nomeados são : Diego Forlán (Uruguai), Asamoah Gyan (Gana), Andrés Iniesta (Espanha), Lionel Messi (Argentina), Mesut Ozil (Alemanha), Arjen Robben (Holanda), Bastian Schweinsterger (Alemanha), Wesley Sneijder (Holanda), David Villa (Espanha) e Xavi (Espanha).
A minha opinião é que os dois melhores são o Forlán e o Sneijder. O holandês tem mais uma oportunidade, na final, de se tornar o melhor jogador do mundo e ainda ser o único jogador que a ser campeão mundial, juntaria o triplete ao título máximo. Mas, gostava que ganhasse o Forlán, porque além de ser um jogador excepcional, tem um carácter de fazer arrepiar, uma coragem que arrebata. Espero que não atribuam o troféu a um deles a título de consolação.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Um outro Mundial

Melissa Theurian é uma jornalista francesa de desporto do canal de televisão M6 que se encontra a cobrir o Mundial 2010 da África do Sul. Escolhia-a entre outras muito belas jornalistas para fazer este post. Sinceramente, só me resta gritar : Fora com os shereks! Fora com os jornalistas que não sabem lidar com as críticas e são pessoas arrogantes.
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terça-feira, 6 de julho de 2010
Messi

Deixou África do Sul como a tinha encontrado, sem um único golo. O argentino desiludiu completamente. Para uns um grande jogador, para outros não passa de um flop. Na Argentina, que recebeu Maradona com No te vayas, a imprensa em relação a Messi diz que o tempo para arranjar desculpas já passou. Sinto-me mal quero voltar a casa, disse Messi. O palpite de Eusébio não vai acontecer, porque Messi não vai ser considerado o melhor jogador do Mundial. Messi faz planos ousados para o Mundial, indicava a imprensa espanhola antes, mas no depois não se confirmou a ousadia.
Ronaldo transportou uma mochila demasiado pesada e não conseguiu carregar com a equipa às costas. Messi não precisava de transportar mochila, mas não conseguiu impressionar. Não sabemos se terá outra oportunidade. Muitas vezes os grandes momentos só passam à nossa porta uma vez. Tudo parece ficar restrito ao Barcelona, mas com a chegada de Mourinho o caminho para ele estreitou. Mas há sempre quem goste.
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
O rescaldo
Ontem na TV, um pescador da Fuzeta, Algarve, referia que após vários dias no mar, pescaram 300 kg de pescada e quando chegaram a terra, conseguiram vendê-la a 80 cêntimos o kilo. Ganharam 240 euros a dividir por cinco, mas não contando o gasóleo e outras despesas adicionais. E foi um bom dia de pesca. Claro, no mercado, o preço da pescada variava entre os 4 e 6 euros por kilo. Não quero ser populista e muito menos moralista, mas um jogador de selecção ganha muito mais do que isso por segundo, mesmo quando está a dormir.
Quando tinha 21 anos com um grupo de homens, em que muitos não ultrapassavam os 17 (nos fuzileiros, os voluntários alistavam-se aos 16), mas outros ultrapassavam os 30, partimos para África para combater. O espírito de unidade e respeito, após mais de 40 anos, mantêm-se. Aos dirigentes e equipa técnica de uma selecção nacional, exige-se que defendam os seus atletas em todas as circunstâncias, na dor e derrota, ou no sucesso e vitória. O pessoal tem sempre razão e como todos verificámos consegue-se resultados excepcionais quando o espírito de grupo prevalece. Os jogadores respeitam os chefes quando estes merecem ser respeitados. Os mesmo homens, com outro tipo de liderança tem resultados e comportamentos completamente diferentes.
Finalmente, para os que manipulam as emoções e sentimentos da opinião pública, dedico a frase abaixo transcrita.
Alguns órgãos de comunicação social, transformaram-se em pelourinhos onde as pessoas são chacinadas. (António Marinho Pinto, bastonário da Ordem de Advogados em entrevista a MST)
terça-feira, 29 de junho de 2010
Poucos mas bons
Todos os anos, desde há 36 anos, reunimo-nos, os meus homens e eu para vivermos durante algumas horas e comemoramos o estarmos vivos, lembramos os presentes e os ausentes, conhecemos os filhos e os netos uns dos outros e no fim partimos um bolo comemorativo do nosso encontro. A frase deste ano foi - Se fosse fácil estávamos todos cá.
Para os que estão "chocados", para os que estão tristes, ou ainda para os iluminados que tudo sabem, mas nada sabem, meditem sobre a frase. Se não aprenderem, também não faz falta.
domingo, 27 de junho de 2010
Erros muito graves

A maior fragilidade do futebol actual prende-se com a particularidade de um erro grosseiro de um árbitro, poder alterar a verdade desportiva de um jogo e obrigar a alterações nos planos de qualquer equipa. Hoje, nos embate entre a Alemanha e Inglaterra, o árbitro uruguaio Jorge Larrionda não validou um golo inglês que entrou mais de um metro dentro da baliza do desamparado keeper alemão. E no outro encontro disputado entre a Argentina e o México, o árbitro italiano Roberto Rosetti validou o primeiro golo argentino obtido em nítida posição de fora de jogo. Se, no primeiro caso, o golo inglês daria o empate a dois e portanto a imprevisibilidade do que iria suceder, no segundo caso, um golo irregular deu a tranquilidade necessária à Argentina para pausar o seu jogo e psicologicamente reestabelecer-se de uma bola na trave ou de uma possibilidade perdida de forma clamorosa pelo avançado mexicano.
No primeiro caso, silenciosamente mudei de canal e raramente passei outra vez pelo jogo. No segundo caso fui tranquilamente jantar com a família e só voltei por volta do golo mexicano. Se pode ser verdade que eles não fazem de propósito, estes factos são impossíveis de acontecer em muitas modalidades colectivas, estamos no século XXI e um mundo imenso de soluções para evitar estas sortes do jogo. Em qualquer profissão, erros muito graves que prejudiquem terceiros são punidos com a perda do emprego. Mas, no futebol existe sempre a desculpa que errar é humano. Na verdade assim é. Mas se existirem ao alcance da nossa mão a solução para evitar erros, porque não despedimos os senhores da UEFA e da FIFA, sempre também no princípio da aleatoriedade que eles próprios invocam. Ou estão acima da lei?
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Em grande estilo

É o que se pede quando se encontram as selecções Nº1 e Nº3 do ranking mundial. Na história dos confrontos, a selecção brasileira tem 12 vitórias contra 4 da selecção portuguesa. Mas na única vez que as selecções se encontraram num Mundial, a vitória foi portuguesa. Foi no Mundial de 1966 em Inglaterra, e Eusébio por duas vezes e Simões fizeram os golos de Portugal, contra um de Rildo para o Brasil. O jogo desta sexta-feira vale o primeiro lugar do Grupo G.
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