domingo, 13 de fevereiro de 2011

A arbitragem formatada e cínica


Mesmo depois da vitória sobre o Americana, neste sábado, por 1 a 0, o técnico Luiz Felipe Scolari se mostrou muito irritado com o árbitro da partida, Rodrigo Braghetto. "Vou falar o que é anormal no futebol: 150 faltas por jogo do Palmeiras. E são 20 faltas no Kleber. Está na hora de dizer para a Federação olhar esse tipo de arbitragem", desabafou.
Perguntado se teria medo de começar a sofrer perseguição pelas críticas à arbitragem, o técnico disse não temer. "Se eu for perseguido, o que eu posso fazer? Vão errar mais uma vez. Eu não estou acusando. Estou dizendo que é para olhar". (in Folha de S. Paulo)

Oh Scolari, devias ter visto ontem à noite um tipo com um nome estranho chamado Olegário Benquerença! Mas 150 faltas ele não marcou. Nem havia tempo. O tipo parecia um boneco articulado, tipo polícia sinaleiro numa rua de sentido único. O pessoal aqui acha que passou a fase da hora de olhar. O pessoal pensa que está na hora de actuar. E fazer uma limpeza à moda do Egipto.

É complicado. Sem querer entrar no campo da crítica clara, é muito complicado estar lá dentro e ver o árbitro meter o apito à boca, tirar o apito da boca e fazer riso cínico. Sentimos que estamos a ser penalizados naquelas pequenas faltas, que por vezes fazem toda a diferença. (Pedro Mendes, jogador do Sporting no site maisfutebol)

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