quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Costinha, o homem-bomba

Se, numa empresa, um número três dá uma entrevista a pôr em causa o número um e o número dois, há um problema com o número três, um equívoco com o número dois e uma catástrofe com o número um. Obviamente, resolve-se o problema: despede-se o número três. Fica portanto o equívoco e a catástrofe.
É o que se passa no Sporting. A entrevista de Costinha não é bem um “pôr em causa” Couceiro e Bettencourt. É mais um arrasar com tudo. E o primeiro a cair é naturalmente o “homem-bomba”, que neste caso tinha até pouco a perder. (Pedro S. Guerreiro, director do Jornal de Negócios em artigo no Record)

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