Perdido num turbilhão de notícias que não servem para nada, Coentrão, David, Jesus, Hulk, etc, procurei algo sobre a Maratona de New York, que neste domingo acontece e nada. Lembrei-me dos tempos de Carlos Lopes, Rosa Mota e António Pinto em que ficava pegado ao ecran, vendo os portugueses a liderar um espantoso pelotão de concorrentes. E o respeito internacional que os outros países tinham por Portugal.
Neste domingo, 45.000 valorosas pessoas irão penetrar no coração de New York, atravessar os grandes distritos de Staten Island, Brooklin, le Queens, le Bronx e Manhattan percorrendo 42 195 metros bem medidos, para descobrir uma espantosa cidade, sentir o seu ritmo, a sua música a a sua imensidão. 2 milhões de pessoas nas ruas. Transmissão TV para 127 países. Coisa pouca.
Mas a nossa comunicação social, nada, kaput, rien, népia. Decadência em todos os domínios. Só o autocarro interessa. Uns bilhetes que restam. Sei lá. No meio desta futilidade, destes tipos pimba, nova geração sem cultura e nível, encontrei que há uma portuguesa a correr a Maratona. Chama-se Dulce Félix. Vou já sair, a ver se sei de algo.
Nota : Acabei (18:02H) de consultar o site ING New York City Marathon e até à 62ª posição, a Dulce Félix não consta. Provavelmente desistiu.
Nota : Acabei (18:02H) de consultar o site ING New York City Marathon e até à 62ª posição, a Dulce Félix não consta. Provavelmente desistiu.
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